segunda-feira, 4 de abril de 2011

Novo primeiro dia

O novo sol
entrando
pelos furos
do teto de zinco
da nossa casa
cristais objetos raros
quebrados na calçada
últimos instantes na madrugada

galo cantou
coração
bateu na janela
pão queijo
na sacola 
poesias amassadas
nos bolsos do casaco
ruas sem nome
teu corpo encantador:
_Amanhece, querida, te amo
eu volto já...
  

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