Livin' in a buble, baby...?
Dreamin' alive...?
Sex in good time...?
Love inside...?
CRASH!!!!
Let my stormin' slide...
Roll all night...
CLASH!!!!
Rain in your room...
I'm outside!!!
Livin' in a buble, baby...?
Dreamin' alive...?
Sex in good time...?
Love inside...?
CRASH!!!!
Let my stormin' slide...
Roll all night...
CLASH!!!!
Rain in your room...
I'm outside!!!
In my wet hands
your liquid lips
smilin' so
in my face
a incredible silence
in the brake of night
sun came
clear our souls
our shadows
in front the door
yes
I can ear
moanin'
cryin'
to nothing
just 'cause
it's the same
all time
all life in one too
we lives
tonight round us
love is the same
but none you
Acalenta-me
viramos poema
Dragões e Tigres
não choram
Dorme segredo
Acorda pressente
Ergo a mão
Sonho vai
Recordo
caminho
rir de nós mesmos
viramos a página
Esqueço um detalhe
viramos esquinas
nascemos devir
em espasmos
em orgasmos
da alma
E já sabemos
por dor de experimento
não tentar entender
o que é só sentimento
em nós não corre sangue de campari
é batom tinta rubra
dentada afiada
nos lábios
em nós
o sol nunca se põe
igual
feliz nada nos faz
tenho a premissa
a paz
minha sobriedade
meu escudo
intensidade
minha ousadia
abala estrutura
desnuda olhar
perfura incendeia
saliva lava
desce
vulcão incandesce
quem anda comigo sabe
atenta
Entremos
passemos
os portais de luz
deixemos
ondas mágicas
nos levar
nave solta
vento ciclone
alto mar
já nem sei
foi ontem
amanhã
tempo funde
caldeiras de calor
teu corpo grudado
no meu
vento de primavera
nos acaricia
olho jóia
verde jade
felina suspira dengosa
roubo mais uma rosa
miragens e sonhos
vou acordar
criações
de mente perversa
e carinhosa
depende de quanto
café vou tomar
vertigens na calçada
onde estás estou
num torpor aprecio
viagens artistas
estrangeiros
meu lar
bardo argelino
pronto socorrer
das almas
no teatro celebro
no portal
fusão
memoria
tempo
grafar
E
confundo
sonho fantasias
ilusões novas
tardias
num rosto de mulher
desenho em carvão tua imagem
tua boca perfume
de rosa e carmim
deusa
vadia
centenial
pós moderna
e ainda desconhecida
de si mesma
muito antes de seu tempo
e da sede de meus beijos
só em minha cama
acordo
te vejo
todos dias
tempo
tamanho
qualidade
valor
temperatura
intensidade
calor
duração
há o que determine?
Amor?
distância
raça
sexo
preguiça
procrastinação
vícios
falta deles
cartografia
holograma
invisibilidade
aos meus olhos
és quem quero
que sejas
Que me contagie apenas
a leveza dos dias de sol
uns segundos e a paz me invada
e passe transbordante
que minha amada repouse
seus olhos no horizonte
agradecida
e guarde
um canto acalentador
no seu peito generoso
prá eu acariciar
que tenhamos o tempo líquido
em nossas mãos
e fiquemos em silencio
sob a luz azul amorosa
da madrugada gelada
das concretudes atordoantes
enquanto brincamos
O Sol
na minha cara
rede pendurada
onde te embalas
onde sonhas
sou teu Sol
onde inverno vem
depois de lareira
no peito sempre
acesa crepitante
ardente
meias de lã de nuvem
lilás
quente
dorme
meu bem
guardarei teu sono
conta até 3
descansa
no meu colo
o calor desta tarde
é eterno
A rua me viu
ler palavras
que passavam
nas janelas
do velho bonde amarelo
decassilabial
beijo de trilhos
urbanos
ora velho amigo
por nós
gritos dos carros
sós
meio dia
me vejo contrito
rito estrito
junto ao peito
sobe o fumo do incenso
quando mago
subo ao palco
de um antigo
salão de festas
meu coração
vadio e livre
tamborila
Preparo com carinho
isca e anzol
carrego no samburá
na linha
desejos
vontades
e punhados
de raios de sol
caçarei milhões de venturas
em todo e qualquer verão
me acompanha doida Condessa
de humor saber e sabor
das terras solares de La Huerga
vem comigo sem medo
nos caminhos das ilhas
desbrava impune
a persona
e as trilhas
Me pediste com tua voz de jazz :
_Mostre-me o amor.
Mestres manejam
Com destreza
Palavras dúbias
Nada terás
Além
Notas azuis
Audiência indiferente
E tua voz
De cantora de cabaré
Onde encaixo o fragmento? Partes iguais ou caos? Lembrar sonhos ou qualificar valor ao presente? Dizer o que sinto revelar meus medos ou tomar a coragem em meus braços e beijá-la ardentemente? Escrevo letras de sangue com espinhos das roseiras do jardim...
devidamente regadas com lágrimas salgadas...
Porque ainda
me apaixono?
Lembro teu cheiro
amoras silvestres
em céus de primaveras
Não
Os cadáveres caem
ao nosso lado
Sorridentes
O gosto de sangue
brota dos lábios
Terá ventura
mouro apátrida?
Parada destino rumo?
Amores abandonados
Trocados por firmamentos?
Seguirá passos incertos
por futuros sombrios?
A resposta
minha doce menina...?
Ao mar
Às espumas do mar
Correnteza
Leva e traz
Olhas em volta
Capta
meus gestos
Ouve
os silencios
Olha
as janelas abertas
arábicas orientais
Emoldura turquesa
Escultura encantada
Lês minhas mãos cansadas
As linhas
Teu traço
Traduz
Me chamas
No meio da rua
E vou
Na correnteza
So my name now
Turns real a blues
Fustigated song art
of my dreamer faerie
save my soul dry a tear
with your tongue in ink
In the sky
now I won
The sad sunset of yesterday
'cause lost friends
live in my eyes
ever and ever
Aos corpos cansados
do trabalho e do amor
o justo salgado poema
Suor
Voz
Aos meus ouvidos
Saem das palavras aladas
Um relampiar
'Cause love
is now
is new
answer for me
all places
people I can see
better
bitter among
flux of blood
I'll love you
in distinct times
water of constant change
what is a long way?
when I look our bodies
floatin' in the old house
a temple in historic city
when I see our bodies
dancing a music of waves...
so green
so blues...
'Cause stay in memories of skin...